Leituras importantes para quem quer fazer uma boa redação no Enem:
Competências exigidas para a redação do Enem
O que dá nota zero na redação do Enem
O que é cobrado na redação do Enem
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Leituras importantes para quem quer fazer uma boa redação no Enem:
Competências exigidas para a redação do Enem
O que dá nota zero na redação do Enem
O que é cobrado na redação do Enem
A INDUÇÃO e a DEDUÇÃO são formas opostas de raciocínio.
INDUÇÃO: raciocínio em que, de fatos particulares, se chega a uma conclusão geral (vai de uma parte ao todo).
DEDUÇÃO: raciocínio que parte do geral para o particular (vai do todo a uma parte).
Imagine que, visitando um país estrangeiro, você conhece uma loja de “frifas” (sem saber o que isso significa), e percebe que ela vende bonecas. No dia seguinte, ao ver uma outra loja de “frifas”, você poderá INDUZIR que ela também vende bonecas.
Se você fizer uma pesquisa em TODAS as lojas de “frifas” existentes e descobrir que TODAS vendem bonecas, sempre que encontrar qualquer uma dessas lojas, você poderá DEDUZIR que ela também vende bonecas.
A INDUÇÃO é o raciocínio próprio dos investigadores (quando faltam pistas de um crime) e cientistas (quando faltam dados concretos sobre uma pesquisa).
A DEDUÇÃO é uma forma mais segura de raciocínio, porque é baseada em dados mais abrangentes e já aceitos.
SILOGISMO:
O SILOGISMO é uma espécie de fórmula que representa o raciocínio DEDUTIVO. Ele é formado por três enunciados:
1-Premissa maior (a que contém a totalidade que se conhece).
2-Premissa menor (a que menciona uma parte dessa totalidade).
3-Conclusão.
EXEMPLO:
1-Todo homem é mortal. (Premissa maior – TODO).
2-Sócrates é homem. (Premissa menor – PARTE).
3-Sócrates é mortal. (Conclusão – DEDUÇÃO).
( Texto publicado anteriormente em 5 de maio de 2011, às 12:42. )
Variação Histórica
Acontece ao longo de um determinado período de tempo. O processo de mudança é gradual: uma variante inicialmente utilizada por um grupo restrito de falantes passa a ser adotada por indivíduos de um grupo socioeconomicamente mais expressivo. A forma antiga permanece ainda entre as gerações mais velhas, período em que as duas variantes convivem. Porém, com o tempo, a nova variante torna-se normal na fala e, finalmente, consagra-se pelo uso na modalidade escrita. As mudanças podem ser de grafia e de significado.
Variação Geográfica
Trata das diferentes formas de pronúncia, vocabulário e estrutura sintática entre regiões. Dentro de uma comunidade mais ampla, formam-se comunidades linguísticas menores em torno de centros polarizadores de cultura, política e economia, que acabam por definir os padrões linguísticos utilizados na região de sua influência.
Variação Social
Agrupa alguns fatores de diversidade: o nível socioeconômico, determinado pelo meio social onde vive um indivíduo; o grau de educação; a idade e o sexo. A variação social não compromete a compreensão entre indivíduos, como poderia acontecer na variação regional; o uso de certas variantes pode indicar qual o nível socioeconômico de uma pessoa, e há a possibilidade de alguém oriundo de um grupo menos favorecido atingir o padrão de maior prestígio.
Variação Estilística
Considera um mesmo indivíduo em diferentes circunstâncias de comunicação: se está em um ambiente familiar ou profissional, o grau de intimidade, o tipo de assunto tratado e quem são os receptores. Sem levar em conta as graduações intermediárias, é possível identificar dois limites de estilo: o informal, quando há um mínimo de reflexão do indivíduo sobre as normas linguísticas, utilizado nas conversações do cotidiano; e o formal, em que o grau de reflexão é máximo, utilizado em conversações que não são do dia a dia e cujo conteúdo é mais elaborado. Não se deve confundir o estilo formal e informal com língua escrita e falada, pois os dois estilos ocorrem em ambas as formas de comunicação.
Referência Bibliográfica:
CAMACHO, R. A variação linguística. In: Subsídios à proposta curricular de Língua Portuguesa para o 1º e 2º graus. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, 1988, p. 29-41.
Há duas formas de ser prolixo:
1- A mais frequente é falar demais sem dizer nada, dar voltas até chegar ao essencial.
2- A segunda forma é usar um vocabulário pesado, inacessível à maioria das pessoas.
A prevenção à prolixidade requer que se tenha atenção à concisão e à precisão da mensagem.
Concisão é dizer o máximo possível com o mínimo de palavras.
Precisão é utilizar a palavra certa para dizer exatamente o que se quer.
A prolixidade compromete a clareza do texto e cansa o leitor/ouvinte.